Theatro José de Alencar divulga programação de Fevereiro de 2021
4 de fevereiro de 2021 - 08:10
Theatro José de Alencar
Programação Fevereiro 2021
Online
Dia 4/2 – Quinta-feira
19h30 – [Audiovisual] Exibição do projeto Mucuripe – Uma leitura em quarentena, seguida de bate-papo com equipe
Duração: 24min30s/ Livre
Onde: Youtube (/theatrojosedealencar)
“Mucuripe” é um roteiro de curta-metragem escrito por Augusto Signorelli. O filme “Mucuripe” não existe, ele nunca foi filmado. O que apresentamos aqui é a tentativa de um ensaio para o filme, um jogo de cena impossibilitado pelo isolamento dos corpos, mas que insistimos em tentar. Os atores convidados para esta leitura não foram dirigidos e não viram as filmagens uns dos outros. Eles mesmos escolheram seus figurinos, suas locações e seu enquadramento. As possíveis discrepâncias estéticas entre uma filmagem e outra se transformam aqui em marca histórica do contexto de distanciamento social que vivemos.
Na história de “Mucuripe”, as personagens ensaiam para a montagem do espetáculo Setembro. Adaptado da comédia A Tempestade, de William Shakespeare, Setembro é, portanto, fruto do trabalho criador dessas personagens do nosso curta-metragem jamais filmado. O roteiro cinematográfico “Mucuripe” é obra originall do gênero ficção. Nesta obra quase todas as personagens são profissionais da esfera teatral: atrizes, atores, diretor, preparador musical, coreógrafa, dançarinos e dançarinas.
Foto: https://drive.google.com/file/d/1pe_VoYYeS93YNfu8N9u4HaHPop25lVXW/view?usp=sharing
Mais informações: https://onedrive.live.com/view.aspx?resid=471825BA5D54766A!121648&ithint=file%2cdocx&authkey=!AN1PwY-VPkdvPRI
Dia 5/2 – Sexta-feira
20h – [Audiovisual] Exibição do vídeo-performance Como Dantes, de Karla Karenina
Duração: 17min45s/ Livre
Onde: YouTube (/theatrojosedealencar)
“Como Dantes” é uma performance de lançamento do livro romance de mesmo título de Karla Karenina, realizada no Foyer do Theatro José de Alencar. Essa apresentação se tornou um vídeo curta-metragem de 15 minutos de duração.
Para apresentar a história a atriz interpreta poemas, canções e trechos do livro, hora cantando, hora dançando como Karla e na pele da Meirinha (que a projetou para além das fronteiras do Ceará) e de Sophie, personagem francesa do final do século XIX. O que teriam em comum a cearense do interior e a europeia?
Sophie é Karla Karenina em um passado remoto trazida à tona numa sessão de regressão de memória. O romance, assim como o vídeo, é denso, romântico, revelador de dores da alma mas, sobretudo, um manancial de encontro do eu interior e da esperança do amor que nunca morre. Atravessa as fronteiras do tempo espaço através da imaginação ativa e sensações do corpo.
A artista será acompanhada pelo músico Edson Távora, experiente pianista cearense que também fará alusão a um dos personagens do romance.
O projeto do vídeo foi contemplado na chamada pública 09/2020, EDITAL 7204, Lei Aldir Blanc – Inciso III | FORTALEZA – Fomento a Artistas, Agentes Culturais e Profissionais da Cadeia Produtiva da Cultura.
Contou com a Direção de Ives Albuquerque, Fotografia de Eusélio Oliveira (Xuxu) e Produção Executiva de Iris Sodré.
Foto: https://drive.google.com/file/d/1k1ObE6Af_sk6HkocwxhPFr5RYdUzx8To/view?usp=sharing
Dia 6/2 – Sábado
16h – [Webinar] Cultura Lúdica e Patrimônio: o que partilhar com as infâncias em tempos de virtualidades
Duração: 2h/ Livre
Onde: Google Meet (https://meet.google.com/dvj-zssf-dke)
Atividade integrante das ações do Projeto TJA de Férias realizado pelo Theatro José de Alencar – TJA/ SECULT – CE em parceria com o Instituto Teatro Público – ITP, através da Lei Aldir Blanc. O webinário “Cultura Lúdica e Patrimônio: o que partilhar com as infâncias em tempos de virtualidades?” convida-nos a pensar sobre o tema no atual contexto em que vivemos. Como sujeitos detentores de repertórios lúdicos e singularidades, é através do brincar que as crianças vêm deixando marcas de referências de sua própria cultura infantil ao longo dos tempos. Esse património lúdico não está isolado da cultura geral e local, transformando-se segundo tais contextos. São brincadeiras individuais e coletivas, tradicionais ou universais e geracionais, de costumes lúdicos, brinquedos, jogos, narrativas, e outros tantos modos de se expressar e buscar compreender a si própria, no convívio com outras crianças, com a família e com o mundo. Em tempos de virtualidades, não dispor destas marcas de referências é não poder brincar? Com participação da mediação da Profa Dra. Lourdes Macena (Coordenadora do Mestrado Profissional em Artes – PPGARTES –IFCE) e Raphael Carmo (Mestrando em Profissional em Artes – PPGARTES – IFCE) e mediação da Profa Dra. Edneia Quinto (Mestrado Profissional em Artes – PPGARTES – IFCE).
Fotos: https://drive.google.com/file/d/1oUb_a_mjCbT4tQagHD_960UGF9E7x5At/view?usp=sharing
https://drive.google.com/file/d/1Q_tGVl4qp8btlIRAg6lXIGRo-gscTAbL/view?usp=sharing