São Luiz | Confira a Programação de 18 a 24 de Janeiro no Cineteatro
19 de janeiro de 2021 - 10:05

Lorena Nunes
Dia 18/01 (segunda)
Online
21h [Sons do Ceará] “Velvet Skies”, Ricardo César
➜ Onde: no Youtube (https://www.youtube.com/c/CineteatroSãoLuizFortaleza) e Instagram (@cineteatrosaoluiz) do Cineteatro
O videoclipe de “Velvet Skies” foi produzido pelo próprio compositor, com edição de Fabiana Pinheiro. A música faz parte do álbum autoral “Just Another Day”, lançado em abril de 2020.
Dia 20/01 (quarta)
Online
21h [Sons do Ceará] “Acorda Mané”, Rua Mundo
➜ Onde: no Youtube (https://www.youtube.com/c/CineteatroSãoLuizFortaleza) e Instagram (@cineteatrosaoluiz) do Cineteatro
Com shows bastante carregados de ação e movimentação de palco, sons recheados de ritmos e com letras que falam de forma irreverente sobre o dia-dia, a banda cearense “Rua Mundo” é formada por Fabrício Oliveira (vocal), Dote Jr (guitarra), Italo Ribeiro (baixo) e Gleison Monteiro (bateria).
O videoclipe da música “Acorda mané” foi registrado pela própria banda durante o período de quarentena.
Dia 21/01 (quinta)
Presencial
13h45 [Cinema] Sons do Ceará
Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: 12 anos
Artista: Selvagens à Procura de Lei | Música: Tarde Livre
Artista: Ensaio Livre | Música: Tudo o que você quer
14h [Cinema] Era Uma Vez um Sonho
Entrada: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada) | Classificação Indicativa: 12 anos
Direção: Ron Howard | Drama | EUA | 2020 | 1h56 | Legendado
Elenco: Glenn Close, Amy Adams, Freida Pinto
Sinopse: Ex-fuzileiro naval e estudante de Direito, o jovem J.D. Vance (Gabriel Basso) vê seu sonho de conseguir o emprego ideal ser interrompido por uma crise familiar que o obriga a retornar para a cidade onde nasceu e encarar a complexa dinâmica de sua família apalache e a difícil relação com sua mãe (Amy Adams). Com as memórias marcantes da avó que o criou (Glenn Close), J.D. embarca em uma jornada de autoconhecimento e aceitação das influências de suas origens em sua vida.
16h45 [Cinema] Sons do Ceará
Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: 12 anos
Artista: Nurverse | Música: 1,99
Artista: Colorida | Música: Vai não, vai lá
17h [Cinema] Mostra Rogério Sganzerla – 75 anos | O Signo do Caos
Entrada: Gratuita | 1h10 | Ficção | 2003 | Classificação Indicativa: 12 anos
Rogério Sganzerla, em O Signo do Caos, seu último filme, prova mais uma vez ser um inovador da linguagem cinematográfica com esta obra de reflexão sobre os percalços da Sétima Arte no Brasil.
Direção, roteiro e produção: Rogério Sganzerla
Fotografia: Marcos Bonisson e Nélio Ferreira.
Montagem: Rogério Sganzerla e Sylvio Renoldi.
Seleção Musical: Rogério Sganzerla e Sinai Sganzerla.
Direção de arte: Sérgio Reis.
Elenco: Otávio Terceiro, Sálvio do Prado, Helena Ignez, Guaracy Rodrigues (Guará), Freddy Ribeiro, Djin Sganzerla, Camila Pitanga, Giovana Gold, Eduardo Cabus, Gilson Moura, Felipe Murray, Vera Magalhães, Anita Terrana e Ruth Mezek.
Companhia produtora: Mercúrio Produções.
Online
20h [Semana do Audiovisual Cearense] “Desencontro Marcado”, Alice Bessa, Duarte Dias, Marcley de Aquino
➜ Onde: no site do Cineteatro https://www.cineteatrosaoluiz.com.br/semana-do-audiovisual-cearense e em seu canal no YouTube https://www.youtube.com/c/CineteatroSãoLuizFortaleza
Curta-Metragem | Ficção | Brasil | 2013 | 13’25”
Direção: Alice Bessa, Duarte Dias, Marcley de Aquino
Roteiro e Direção de Fotografia: Duarte Dias
Edição: Marcley de Aquino
Elenco: Démick Lopes (Carlos), Castro Segundo (Padre João Miguel), Rogério Mesquita (Inspetor Silvio).
Sinopse: Uma grande amizade separada por vinte anos. Baseado no conto “After Twenty Years”, de O. Henry (1862-1910).
Dia 22/01 (sexta)
Presencial
13h45 [Cinema] Sons do Ceará
Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: a conferir
Artista: Fernando Akay | Música: Chego já
Artista: Água de Quartinha | Música: Casa labiríntica
14h [Cinema] O Céu da Meia-Noite
Entrada: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada) | Classificação Indicativa: 12 anos
Direção: George Clooney | Ficção Científica | EUA | 2020 | 1h58 | Legendado
Elenco: George Clooney, Felicity Jones, Demián Bichir
Sinopse: Este conto pós-apocalíptico acompanha Augustine, um cientista solitário do ártico, que tenta impedir uma equipe de astronautas de retornar para casa e evitar uma misteriosa catástrofe global.
16h30 [Cinema] Sons do Ceará
Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: 14 anos
Artista: Gravatas Borboletas | Música: Natural de nós
Artista: Legado de Sofia | Música: Mundo invertido
16h45 [Cinema] Mostra Rogério Sganzerla – 75 anos | Tudo é Brasil
Entrada: Gratuita | 1h22 | Documentário | 1998 | Classificação Indicativa: 14 anos
Documentário em longa-metragem sobre o período de permanência de Orson Welles no Brasil em 1942 para a realização de It’s All True, projeto logo boicotado pelos estúdios de Hollywood. Nele, fragmentos de imagens que registram Welles no Rio, Salvador e Fortaleza são sobrepostos por gravações em áudio de alguns depoimentos radiofônicos seus e de composições interpretadas por artistas como Carmem Miranda e Herivelto Martins.
Direção e roteiro: Rogério Sganzerla
Montagem: Sylvio Renoldi e Rogério Sganzerla.
Produção executiva: Rojer Garrido.
Online
19h [Curta São Luiz] – Final da Tarde – Grupo Teatro de Caretas
➜ Onde: no canal no YouTube do Cineteatro (http://youtube.com/c/CineteatroSãoLuizFortaleza) e em seu site (https://www.cineteatrosaoluiz.com.br)
Classificação: 12 anos | Duração: 50 min (checar gravação no São Luiz)
Release: Resultado da pesquisa “A cidade como dramaturgia: uma experiência de atuação na rua”, com orientação de pesquisa e direção do espetáculo de André Carreira, Final da Tarde propõe uma vivência de atuação cênica baseada no detalhe da interpretação, onde proximidade e intimidade entre transeunte e atores são os elementos centrais. Um aspecto importante é que os transeuntes não serão previamente informados da peça. Não há palco nem formalidades de início e fim. A história de uma mãe, seu filho e seu marido no dia a dia da cidade invade uma praça, e Final da Tarde se desenrola no instante cotidiano.
21h [Sons do Ceará] “Manto Antibomba”, Artigo 19
➜ Onde: no Youtube (https://bit.ly/SaoLuizNoYoutube) e Instagram (@cineteatrosaoluiz) do Cineteatro
Com suas influências todas voltadas ao rock, a banda cearense “Artigo 19” – formada por Walber Sousa (vocal), Judivan (guitarra), Victor Vaz (Dj), Mario Brother (baixo) e Kleber (bateria) – criou uma roupagem própria e hoje se destaca na cena nacional com um trabalho bem diversificado.
O videoclipe da música “Manto Antibomba” foi realizado e gravado no Cuca Che Guevara.
Dia 23/01 (sábado)
Presencial
9h45 [Cinema] Sons do Ceará
Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: 14 anos
Artista: Dextape | Música: De maluco pra maluco
Artista: Glauco King | Música: Você não pode me parar
10h [Cinema] Mank
Entrada: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada) | Classificação Indicativa: 14 anos
Direção: David Fincher | Drama | EUA | 2020 | 2h12 | Legendado
Elenco: Gary Oldman, Amanda Seyfried, Lily Collins, Tom Burke
Sinopse: O filme segue o roteirista Herman J. Mankiewicz e o tumultuado desenvolvimento do roteiro de CIDADÃO KANE, a icônica obra-prima de Orson Welles. Um filme de David Fincher (diretor de Seven, O Curioso Caso de Benjamin Button, House of Cards)
13h45 [Cinema] Sons do Ceará
Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: 12 anos
Artista: Selvagens à Procura de Lei | Música: Tarde Livre
Artista: Ensaio Livre | Música: Tudo o que você quer
14h [Cinema] Pacarrete
Entrada: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada) | Classificação Indicativa: 12 anos
Direção: Allan Deberton | Drama | Brasil | 2019 | 1h37 | Português
Sinopse: Pacarrete é uma bailarina incomum que vive em Russas, no interior do Ceará. Na véspera da festa de 200 anos da cidade, ela decide fazer uma apresentação de dança, como presente “para o povo”. Mas parece que ninguém se importa.
16h30 [Cinema] Sons do Ceará
Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: 14 anos
Artista: Fernando Akay | Música: Chego já
Artista: Água de Quartinha | Música: Casa labiríntica
16h45 [Cinema] Mostra Rogério Sganzerla – 75 anos | O Bandido da Luz Vermelha
Entrada: Gratuita | 1h32 | Ficção | 1968 | Classificação Indicativa: 14 anos anos
Segundo o diretor, o filme “é um far-west sobre o terceiro mundo. Isto é, fusão e mixagem de vários gêneros. (…) um filme-soma; um far-west, mas também musical, documentário, policial, comédia (ou chanchada?) e ficção científica”. Rogério Sganzerla, no seu primeiro longa-metragem, traça um panorama geral e atemporal do Brasil através da trajetória de um foragido da polícia em crise de identidade. Welles, Godard, policial noir, chanchada, Jimi Hendrix, história em quadrinhos, terrorismo, miséria, corrupção política e desespero compõem um painel apocalíptico do país.
Ficha Técnica:
Direção, roteiro e seleção musical: Rogério Sganzerla
Fotografia: Peter Overbeck.
Câmera: Carlos Ebert.
Cenografia: Andrea Tonacci.
Montagem: Sylvio Renoldi.
Som: Júlio Perez Caballar, Mara Duvall.
Elenco: Paulo Villaça, Helena Ignez, Sérgio Hingst, Pagano Sobrinho, Sergio Mamberti, Luiz Linhares, Sonia Braga, Ítala Nandi, Renato Consorte, Antonio Lima, Maurice Copovilla, Ozualdo Candeias, Roberto Luna, José Marinho, Carlos Reichenbach, Marie Caroline Whitaker, Renata Souza Dantas, Ezequiel Neves e Lola Brah.
Online
19h [Dentro do Som] “La Mar” – Lorena Nunes
➜ Onde: no canal no YouTube do Cineteatro (http://youtube.com/c/CineteatroSãoLuizFortaleza) e em seu site (www.cineteatrosaoluiz.com.br/dentrodosom)
Classificação: Livre
● Release: Com a chegada do single e o arrebatador clipe de “Calma” em setembro, anunciando novos ventos sonoros na produção artística cearense, Lorena Nunes agora lança seu novo álbum, o “La Mar”. Marcada de paisagens rítmicas diversas, a obra convida a um passeio gingado com pés na areia e um sopro cadenciado da maresia no pé do ouvido. O novo álbum reúne simbologias importantes do universo místico e pessoal de Lorena, cujo processo de idealização teve início ainda na gravação de seu primeiro álbum “Ouvi dizer que lá faz sol”, em 2014. Começou com o nome, que dá ao mar um pronome feminino. A certeza de que seu próximo trabalho teria esse nome se deu quando Lorena descobriu que “la mar”, em espanhol, era como os pescadores chamavam o mar de forma poética, usada inclusive em cartas do Pero Vaz de Caminha. “Achei aquilo tão bonito! Imediatamente soube que aquele seria o nome. Mesmo que não tivesse uma justificativa, acho que ainda assim usaria no feminino. Porque o mar é fêmea. Assim como meu disco”, conta Lorena.
Tendo a cigania como forte referência de seu trabalho, La Mar marca um lugar novo, um renascimento para a artista. “É um lugar onde eu me percebo com muito mais maturidade e profundidade. Meus processos pessoais, naturalmente se refletiram no artístico. E eu, desde sempre, sou cigana. Meus ancestrais são nômades.Aliás, o de todos nós. Meu pai é homem do mar e eu cresci com um modelo de família que acompanhou esse fluxo. Viajando sempre”, rememora.
La Mar, que traz novas músicas e também singles já celebrados pelo público, como “Bom dia, saudade”, “Tenho um verão” e “Minha praia”, reforça o lugar de compositora de Lorena. “Fazia muito sentido incluir os singles já conhecidos. Depois disso, os arranjos vieram como todos do disco. Foi pensado com uma unidade de identidade. Com a ‘estética La Mar’. E isso significava que seriam arranjados explorando todas as possibilidades da voz, percussão, violão e nossos corpos”, descreve a artista.
Antes de La Mar, foi lançado o álbum “Lorena Nunes Ao Vivo com Banda Quente”, em agosto, reunindo singles gravados ao vivo no Estúdio Magnólia em 2019 e disponível em todas as plataformas digitais. Os singles foram divulgados em uma série de cinco vídeos em seu canal no YouTube, antes da compilação no álbum. As faixas são músicas do primeiro disco e releituras com arranjos da Banda Quente, após anos de circulação nacional e internacional.
Dia 24/01 (domingo)
Online
18h- Exibição Cena São Luiz – 10º Episódio
21h – Sons do Ceará | Patrick Lima e o Multiverso
➜ Onde: no Youtube (https://www.youtube.com/c/CineteatroSãoLuizFortaleza) e Instagram (@cineteatrosaoluiz) do Cineteatro
O poeta, músico e compositor “Patrick Lima e o Multiverso” também atua como produtor musical e videomaker, agregando em suas experiências um know-how de mais de muitos anos de produção artística e cultural.
Pedagogo formado pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), pós-graduado em Educação Musical pela FTDR e estudante do curso de música da Universidade Federal do Ceará (UFC), o também cantor mistura ritmos de baladas rock-brega-eletrônicas e usa arranjos diferenciados, com loops e efeitos que remetem a uma viagem pelos sentidos.