Cariri, um Patrimônio Cultural da Humanidade
25 de janeiro de 2019 - 16:04

Um Cariri Encantado! Encontro entre Alemberg Quindins, criador da Fundação Casa Grande (Nova Olivda) e Fabiano Piúba, secretário da Cultura, sobre a construção do “Seminário Internacional de Patrimônio Cultural Imaterial na Chapada do Araripe”.
Para celebrar o Cariri. Alemberg Quindins e Fabiano Piúba realizaram reunião de trabalho, na sexta-feira, dia 25 de janeiro de 2019, na Sede da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), sobre reconhecimento, pela Unesco, do Cariri como Patrimônio Cultural. Um importante debate, uma região que tem patrimônio cultural e natural formidáveis.
A Secult, a Fundação Casa Grande, o SESC, as universidades da região compõem um grupo realizador da ação e vão promover, para o público, diversas instâncias de debates: mesas de trabalho, seminários e audiências públicas. O “Seminário Internacional de Patrimônio Cultural Imaterial na Chapada do Araripe” é um desses espaços e deve acontece já em Junho de 2019, e terá como principal encaminhamento a criação de um Comitê de Trabalho e Sistematização.
“Estamos tendo um cenário aonde o Cariri e o Ceará vivem hoje um bom momento entre as políticas culturais e avanços na Cultura Popular.; O Cariri é um território mágico, mitológico, paleontológico, arqueológico. Ele une quatro estados brasileiros e atende importantes critérios da UNESCO como patrimônio mundial: integridade, autenticidade e universalidade”, afirma Alemberg Quindins.
“Pensar em patrimônio cultural para o Cariri tem que estar associado ao patrimônio natural. O Cariri e sua Chapada do Araripe é um território profundamente marcado pela cultura popular e tradicional, ambiente de expressões e manifestações riquíssimas; ao tempo que hoje se tornou um polo acadêmico com uma rede de universidades públicas e privadas, tendo a URCA e a UFCA como as principais instituições; além de ser uma zona de desenvolvimento econômico em pleno crescimento e ser um destino turístico dos mais procurados no Brasil, seja por seus aspectos culturais e ambientais”, afirma Fabiano Píuba.
O secretário completa ainda: “a mesma riqueza natural que encontramos na região, se encontra também na sua riqueza natural. Ou seja, é impossível pensar o patrimônio cultural no Cariri separado do seu patrimônio cultural vivo na exuberância viva na floresta da Chapada do Araripe, mas também em sua arqueologia e paleontologia. O Cariri e a Chapada do Araripe juntos compõem uma importante bio-etno-diversidade”, aponta.
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