Sobrado Dr. José Lourenço e Centro Cultural Belchior promovem exposição sobre o brincar de crianças negras

3 de fevereiro de 2026 - 10:05 #

Ascom CCBel - Texto

Com obras da artista Alexia Ferreira, a mostra “Fazendo arte como não podia fazer quando criança” abre na quinta-feira (05), segue até 7 de março e tem acesso livre e gratuito

O Sobrado Dr. José Lourenço, em parceria com o Centro Cultural Belchior (CCBel), realiza na quinta-feira (05), às 18h, a abertura da exposição “Fazendo arte como não podia fazer quando criança”, da artista Alexia Ferreira. Livre e gratuita, a mostra reúne 19 obras e convida o público de todas as idades a celebrar o universo das infâncias negras. O Sobrado Dr. José Lourenço é um espaço que integra a Rede Pública de Equipamentos Culturais (Rece) do Governo do Ceará, vinculada à Secretaria da Cultura (Secult) e gerido em parceria com o Instituto Mirante de Cultura e Arte.

A exposição ficará em cartaz até 7 de março no Centro Cultural Belchior, equipamento da Secretaria da Cultura de Fortaleza (Secultfor) gerido em parceria com o Instituto Cultural Iracema (ICI). Com curadoria de Rodrigo Lopes, a primeira mostra individual de Alexia Ferreira tem título inspirado no escritor e ativista quilombola Antônio Bispo dos Santos. O conjunto de obras apresenta um panorama da produção da artista, com destaque para a colagem, um dos principais meios utilizados em seus processos criativos.

A iniciativa integra o programa Percursos, idealizado pelo Sobrado Dr. José Lourenço. A visitação é gratuita e livre para todas as idades. O horário de funcionamento do CCBel é de terça-feira a sábado, das 9h às 21h.

Conheça a artista

Alexia Ferreira é artista. A memória é o fio condutor da sua prática. Graduanda em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (Uece). Participou de exposições em instituições como Museu de Arte Contemporânea do Ceará, Centro Cultural Belchior, Museu da Língua Portuguesa e Sesc Pompéia. Foi residente na Escola Porto Iracema das Artes (2023), no Ateliê e Escola de Artes Sertão Negro e na Pinacoteca do Ceará (2024). Em 2026, inaugura sua primeira exposição individual “Fazendo arte como não podia quando era criança”.

Conheça o curador

Rodrigo Lopes é arte/educador, pesquisador e curador. Álbuns de família, fotografias e outros fragmentos de tempo estão no coração do seu trabalho. Investiga os usos e sentidos do álbum de família na arte/educação e na arte contemporânea. Doutorando e mestre em Arte e Educação pela Unesp (bolsa CAPES) e bacharel em Comunicação Social pela UFC. É coordenador do LAC – Laboratório de Arte Contemporânea e é membro do NUPE – Núcleo Negro de Pesquisa e Extensão. Sua obra integra o acervo da Pinacoteca do Ceará.

Serviço

Exposição Fazendo arte como não podia fazer quando criança
Abertura: 05/02 (quinta-feira)
Visitação gratuita: até 7 de março (de terça-feira a sábado, das 9h às 21h)
Local: Centro Cultural Belchior (Rua dos Pacajús, 123 – Praia de Iracema)